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sábado, 15 de outubro de 2016

Três ótimas fragrâncias Mahogany indicadas por Shiva Tantrika

Continuando com a coluna do meu ilustre amigo Shiva Tantrika, resolvemos separar três  indicações de perfumes nacionais que, na minha opinião , merecem destaque pela qualidade e pelo padrao pouco comum a colônias brasileiras. Aproveitando a deixa ja vamos resenha-las para quem gostaria da resenha escrita.
Vamos lá!?
1) MAKE ME FEVER GOLD

Ao identifica-lo como floral feminino deixamos de lado as virtudes que essa fragrância retoma em cada fase. Temos a saída azedinha, frutada e com nuances cítricos com floral Verde que confunde o olfato e remete a flores do Campo que caem a formam um tapete,ao caminhar por cima dessas flores, aquele toque fresco ganha uma nuance verde que introduz a essência de rosas assemelhando a um boquet misto de rosas que está a alguns dias secando em um vaso. A potencia das dessa essencia encobre os tons cinzas da entrada e enchem a fragrância de feminilidade. O almíscar mistura-se a composicao e um adocicado tenue ,sensual e sedutor, aparece e domina as notas de coração. A longevidade da fragrância confere uma meia vida pouco comum ao aroma de rosas. O que também confunde os sentidos remetendo a outras flores que nao constam na pirâmide olfativa como Jacinto, jasmim e Lúcia Lima. O fundo define a proposta em um floral amadeirado almiscarado que faz da fragrância algo que assemelha-se a um bom banho de ofurô em pétalas de rosa. Sais de banho finos e óleo essência calmante  como jasmim ou o próprio gerânio. Elegante mas só indicaria para quem gosta mesmo de florais femininos românticos.

2) ÍNDIA MISTERIOSA DE MAHOGANY


Uma explosão de alegria, romantismo e sedução em uma versão deliciosa, no melhor estilo Mahogany, do clássico eden. Nem precisa dizer que é um oriental com força ninja  e , me atrevo a dizer que essa fragrância ganhou um " algo mais " que acaba difenciando-a do original cacharel. Notas mais naturais e vivas de patchouli , uma tuberosa mais solta que circula livre pela composição comunicando-se . Hora com o floral vivido e romântico ( o sagrado), hora com o adocicado carregado em mimosa repleto de nuances frutais suculentos e um abaunilhado picante cheio de fava e madeiras finas de natureza totalmente carnal, lasciva, libertina... tendendo ao erótico ( o profano). Esse yin-yang perfumistico faz da fragrância  algo diferenciado que pode nos deixar apaixonado ou assustado. Vai depender da fase da vida que estamos está vivendo.

3) Zanzibar de Mahogany


Um soco no estomago e uma cotovelada no rosto. Esse é Zanzibar. Para quem espera purpurina emanando do frasco melhor procurar em outra Britney pois aqui tem perfume no frasco, minha gente. A pior coisa que fizeram foi compara-lo ao D&G tradicional pois trouxe expectativas que não condizem com a fragrancia. Primeiro por que o famoso D&G nunca foi tão amado como os saudosistas dizem. Ao contrário , sempre foi polêmico, com um pé no passado e um olho no futuro. Apesar das semelhanças, Zanzibar nao é tão pretensioso e despudorado quanto sua referência olfativa. Um pouco mais xaropado ...menos assabonetado, aroma de rosas mais voltado para a tintura, cravo mais leve , aldeidos mais invasivo e um fundo aamadeirado almiscarado, marinado na baunilha e fava com algo embriagante que as vezes lembra ervas de cheiro. O ideal é não procurar D&G em Zanzibar. A grande prova de que eles não são para qualquer um é que foram descontinuados Mesmo já tendo o seu público. Zanzibar é um potente e inebriante perfume, mas buscar nele os toques majestosos de Jean-Pierre Mary acabam desmerecendo a proposta da Mahogany.


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