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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

La Mia Perla de La Perla (2017)

La Mia Perla La Perla for women

Não sou o maior fã do estilo de Honorine Blanc porém não posso deixar de admitir que nos últimos anos ele tem feito belos trabalhos em relação a perfumes populares. Claro que trabalhar com esse grupo específico de composições também é um desafio mas o desempenho do perfumista continua dentro das expectativas. Quando o Assunto são fragrâncias de luxo  vale a pena ressaltar que suas parcerias e colaborações já ajudaram a emplacar perfumes como Black opium e Midnight Romance, entre outros. 
Nessa sua investida solo para a La Perla, Honorine misturou sua simplicidade com elementos de luxo  e conseguiu um ótimo resultado. La Mia Perla é assim, um perfume gostoso e envolvente porém despretensioso, o que é o estilo inegável da Grife de Lingerie Italiana. 
O perfume é muito bom!
Tem aquela pegada de " eu conheço esse cheiro" e ao mesmo tempo desperta uma vontade louca de não parar mais de senti-lo.  Talvez minha opinião mudasse se ele estive-se em um dos  vidros Avon, para quem Blanc trabalha sempre (puro preconceito) mas nesse vidro lindo de 70 Euros da pra considera-lo delicioso.
Uma abertura cítrica suculenta gustativa aliada a um floral amadeirado fresco, bem feminino, com nuance atalcada e textura aveludada remetendo a conforto que evolui em  um Almiscarado adocicado pronunciado.
Já dá pra perceber que parece mais simples que o último lançamento de menos de $ 12 que circulam com sua assinatura pela gigante dos catálogos, contudo é realmente uma composição muito gostosa.
Tem uma longevidade de 4 horas e uma projeção maior que duas braçadas. 
Como disse um amigo meu : " eu preciso de socorro para não ser injusto com essa composição". 
Bom! Eu resolvi optar pelo "sim". 
Está, desde já , aprovado!

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Twilly d’Hermès de Hermès por Christine Nagel (2017)


Twilly d’Hermès Hermès for women
O novo pecurrucho da Hermès assinado por Christine Nagel é um pequeno notável. 
De início me perguntei se havia testado a mesma fragrância que os colegas resenhistas descrevem pelos blogs a fora. Para tentar encontrar as facetas que eles descreveram me aventurei em testar pelo menos três vezes antes de resenha-lo.

As características marcantes , no meu entender, estão mais na tuberosa e no sândalo do que no gengibre. O gengibre é bem notado logo de início mas a composição tem uma aura mística , algo como se estivéssemos envoltos em uma luz branca arrebatados com nuances que lembram flores delicadas contrastando com uma tuberosa na medida certa e madeiras aromáticas.

Entendi a pirâmide da seguinte forma:

Gengibre picante e Tuberosa
Tuberosa  e leve floral branco  (realmente parece ter outra flor aqui)
Sândalo e floral feminino amadeirado 
Sândalo 

Não é necessário dizer mais que isso. 
Não é sufocante.. 
Não é enjoativo.
Não é mágico 

Mas é uma fragrância deliciosa para os dias de primavera. Sinto uma energia positiva enquanto a composição se desenvolve.
Projeção mediana
A longevidade foi até boa na minha pele, principalmente para quem usou uma quantidade bem pequena.

Gostei!

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

AURA MUGLER de Mugler (2017)






AURA MUGLER Mugler for women
Comecei várias vezes a editar essa resenha porém parava quando me deparava com as opiniões de outros colegas que a classificaram como uma fragrância até mesmo um pouco datada. Não exatamente datada, mas direcionada a um público mais maduro.
Depois de analisar e relevar cheguei a determinadas conclusões:

*Aura realmente é um perfume para pessoas mais maduras: 
Talvez mais maduras no gosto por perfumes, já que ele não é extremamente popular mas também não é algo que não possa vir a ser comercial. Basta dizer que é uma colisão inteligente de elementos que realmente ficaram bem, mais bem pronunciados.

* Aura não me agradou:
Eu não consegui suportar a evolução em Minha pele.   Esse aroma floral/herbal adstringente (algum classificam como medicinal) com  uma baunilha cremosa e algo que me causou uma imensa enxaqueca em menos de duas horas. 

* Aura não é intenso:
O aroma inicial pode até levar a impressão de que ele vai ter uma silagem perfeita mas não tem.

* Aura é inovador: Mas muitos vão entender que ele parece mesmo um perfume de loja de departamento tentando imitar algo que ele não conseguiu.


Minha Conclusão:

Não vale a pena comprar o perfume pela embalagem tentadora ou pela vontade de ter mais um T.M. Nem Mesmo por ter uma proposta  inovadora . Aura é para quem gostar mesmo. De modo algum é um perfume ruim para todos, já que tem pessoas que amam Womanity de Thierry Mugler então Aura pode ter seus apreciadores .

Experimente antes de comprar

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Bois de Vetiver by Karl Lagerfeld (2017)




Agora serei tendencioso!
Bois de Vetiver Karl Lagerfeld Masculino

Desde que Lagerfeld emplacou seus clássicos,os perfumes que são lançados por sua grife são extremamente comuns. Talvez por que os contratos de hoje em dia acabam levando pouco mais que opiniões dos Prestigiados com a Marca.  Christophe Raynaud  não é bem meu perfumista de escolha mas não podemos esquecer que sozinho ou em parcerias ele sempre emplaca alguma coisa ( lembrando aqui do adorável my insolence) .
Bois de Vetiver tem tudo o que eu gosto. Leveza, sofisticação, estilo e aquela pegada que agrada no verão ou no inverno.
Muitos vão dizer que se parece com esse ou aquele clássico famosinho mas, os diferenciais são divinos. Rosas, vetiver bem agradável e ambroxam. É fresco mas tem uma evolução muito boa, sempre destacando esse lado elegante e sedutor. Especiarias não tão pronunciadas mas o cítrico suculento é arrebatador. Apesar de suave deixa rastro e se bem aplicado tem ótima longevidade e aquele ar de "chegue perto e sinta meu perfume".
O preço esta convidativo e é um ótimo investimento para o verão. 
Amei!

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Astier de Villatte Eau Chic


In just a few weeks, a “fragrance battle” will rage in my sunny, hot and dry front yard: tuberose vs. milkweed.
I trust most perfume fanatics know the scent of tuberose; if not, either smell Robert Piguet Fracas or Frédéric Malle Carnal Flower or go to a florist and purchase a few stalks of fragrant tuberose and let the blooms perfume your home.
Many years ago, I ordered some milkweed seeds from an organization that advocates the planting of flowers beloved (utilized) by Monarch butterflies. Those few milkweed seeds thrived, and now, milkweeds would take over my front yard if I let them. Milkweed flowers have a strong, tropical, pollen-rich aroma: there’s a hint of its rival tuberose, a fragrant “flour” note and an interesting mingling of green and “damp loam” aromas. When milkweed blooms, you can’t miss its penetrating, soulful perfume; the fragrance throbs. I categorize milkweed flowers’ scent as ‘poignant’ and ‘spooky’; it follows me like a spirit from my yard into my house and lingers, whispering:“Remember when….”
As I smelled Astier de Villatte Eau Chic by perfumer Françoise Caron for the first time, I was shocked; the fragrance smells like tuberose and milkweed. Even better, it’s the first tuberose scent I enjoy wearing.
Eau Chic contains rosemary, thyme, petitgrain citronnier, lavender, ylang-ylang, rose and tuberose.  Eau Chic starts off sharp and citrus-y and segues quickly into milkweed’s strange combination of pungent and powdery notes. Tuberose becomes apparent in mid-development and threatens to turn soapy, but the inspired use of tangy herbs, rosemary in particular, with the creamy white flowers gives the tuberose some “bite.” On my skin, Eau Chic’s tuberose becomes “chalky”/mineralized as it dries, and it outlasts all other notes in the composition.
Eau Chic has become one of my favorite Eaux de Cologne; it’s so different. Eau Chic wears like an Eau de Toilette; sprayed on lavishly, it lasts all day on my skin and has pleasant (not too widespread) sillage.
As for the fragrance war in my front yard: tuberose hasn’t a chance against common milkweed. If you have a garden, especially a big one, consider planting some milkweed: the butterflies will visit, and you’ll experience one of the most beautiful and complex floral fragrances in nature.
Astier de Villatte Eau Chic Eau de Cologne is available in 40 or 900 ml splash and 150 ml spray (in mouth-blown glass bottles made in Florence, Italy); it can be purchased directly from the Astier de Villatte website.
Note: top left image of tuberoses, top right image of common milkweed, and bottom right image of Monarch butterly image via Wikimedia Commons.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Hermes Muguet Porcelaine : Perfume Review


Last week I talked about perfumery as “the art of fortunate proportions,” and one of the best examples for this idea is the newest fragrance from Hermès, Muguet Porcelaine. Created by Jean-Claude Ellena just as he prepared to give over the reins of the house to Christine Nagel, it feels like a recap of his work over the past few decades. Ellena is not leaving Hermès, and he will be delighting his fans with other perfumes, and yet, there is something nostalgic in Muguet Porcelaine, a tender lily of the valley.
muguet-porcelaine
Muguet Porcelaine is also a tribute to a legendary perfumer who influenced Ellena, Edmond Roudnitska. Ellena, however, denies it, commenting that it was time to create lily of the valley for Hermès’s portfolio, but it’s hard not to spot the parallels between the two. In my review for the Financial Times’s HTSI column, I follow the clues. Muguet Porcelaine is delicate without being precious and ethereal without being evanescent. It lingers for several hours and creates an illusion of a springtime breeze.
“It is with Muguet Porcelaine (£171 for 100ml EDT) that Ellena references Roudnitska most memorably. Lily of the valley, a delicate blossom with a potent scent, is impossible to capture by anything other than a perfumer’s imagination. Roudnitska kneeled at the lily of the valley patch near his house in Cabris to study the fine nuances of the aroma, reminiscent of pale rose petals, green sap and clove. In Diorissimo (£82 for 100ml EDT) he evokes the fragile beauty of May flowers, damp earth and vibrant greenery. The idea is elegant but dramatic. To continue reading, please click here.”
Have you tried Muguet Porcelaine?

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Penhaligon’s Ostara : Fragrance Review


My tastes for white florals are indiscriminate, encompassing everything from vulgar things like Guerlain Mayotte to prim school governess types like Jessica McClintock. But even I can get tired of the genre and retreat to other pastures for a change–dry woods and damp mosses, perhaps. This is what happened for most of last year, when I was so satiated with white florals that I declared a moratorium on new acquisitions. But it’s a testament to Pehnaligon’s Ostara’sloveliness that despite my best intentions, I ended up breaking my resolve.
ostara
Ostara shines brightly to me for its surprising combination of the lush, decadent heft that makes lovers of white florals swoon and the exhilarating springtime freshness. Perfumer Bertrand Duchaufour built the composition around the theme of narcissus, a flower that on a stem smells honeyed and indolic, but when turned into essence becomes leathery, musky and somber. Ostara melds both facets, but it stays on the sunny side.
To achieve the effect, Duchaufour’s trick is to amplify radiance, and at this he is an indisputable master–consider how luminous he could make dry woods in L’Artisan’s Timbuktu. From the first minute on skin Ostara glows, rich in green, citrusy and leafy nuances but without suggesting the component parts. In other words, don’t expect to smell along the marketing pyramid and find bergamot and then juniper, mint, violet, etc. Like a flower from a magician’s wand, it unfolds as a big, dewy blossom.
Its mood is bright and playful–a Technicolor fast-paced ride along the Grand Corniche.  Most of Ostara’s story zooms through different floral layers: the crunch of hyacinth, the heavy apricot and wintergreen sweetness of ylang ylang, the subtle powder of violet. Even the end of the journey, a soft layer of sweetened woods and musk is charming and plush enough to linger for hours.
It’s the kind of fragrance you put on and immediately feel more energized, ready to sweep some Cary Grant off his feet or just get out of doors while looking adequately presentable–dark Belgian mornings moderate one’s ambitions.
When I looked up the price on Penhaligon’s website, I noticed that Ostara is heavily marked down. Whatever it means, a special limited time offer or a permanent departure, it makes for a good deal: $35 for a 50ml bottle or $49 for a larger size.
Penhaligon’s Ostara EDT includes notes of clementine, bergamot, juniper, pink pepper, spearmint, blackcurrant bud, violet leaf absolute, hyacinth, narcissus, cyclamen, ylang ylang, hawthorn, wisteria, vanilla, benzoin, musk, amber, white wood effects. 50ml/$35, 100/$49.
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Aedes de Venustas Grenadille d’Afrique : Perfume Review





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When Serge Lutens came up with an idea for Shiseido’s Feminité du Bois, he was asked so often about his “vision of a woman” that he got exasperated and said that he wasn’t making a perfume that smelled of any woman, that he merely wanted the smell of Moroccan cedar. That was in the early 1990s. I’d wager that today few briefs will surprise a perfumer, even as in the case of Aedes de Venustas’s Grenadille d’Afrique, the request is for ebony, “from crackling sap to balmy resin and from smoky wood to sun-heated stone… [and] also the primal landscape in which it grows.” For this, we have to thank Lutens and other niche pioneers.
grenadille-aedes
At first glance, Grenadille d’Afrique is a classical Aedes perfume–dry woods, peppery spices, amber, a hint of incense. With seven fragrances in its collection, the New York boutique has put together a coherent, well-edited lineup. Even if it’s famously enamored with incense, its touch is delicate enough, neither the church nor the ashram. Grenadille d’Afrique, however, brings a new element that I haven’t noticed before–retro glamour.
The curious aspect is how this is accomplished, because the main impression of Grenadille d’Afrique is a sleek perfume that smells less of a “primal African landscape” than of the chic ateliers of Soho. The dry woods, which give Grenadille d’Afrique its distinctive character, are not of the exotic variety. Presented in a polished frame of bitter citrus and pepper, they are almost familiar.
At first, the perfume feels bright and bracing, but within the next half an hour it softens. Instead of herbes de provence and jolts of pink pepper, I’m suddenly wrapped in leathery violets and smoky vanilla. For me, it’s a nostalgic effect, reminiscent of old Carons or Guerlains, of days when I first started making my acquaintance with vintages. Despite the perfume’s sharply tailored and trendy look, Grenadille d’Afrique has a mellow, romantic side.  It’s just a hint, so perhaps die-hard retro glamour lovers won’t be satisfied, but it charms me.
Alberto Morillas, its author, is known for his refined accords. Here too, he strings notes into complex arpeggios that sound differently to me every time I wear Grenadille d’Afrique. Some days I notice more sun-bleached woods; on others, it’s vetiver and vanilla that take center stage. The rich notes notwithstanding, the perfume remains transparent and airy.
Like all Aedes fragrances, Grenadille d’Afrique is suited to both men and women. In presence, it’s between a cologne and a chypre, a light, skin-hugging scent. (In character, if not in exact scent, it reminds me of Hermès Cuir d’Ange and Comme des Garçons Quarzazate.) That being said, its lasting power and sillage are good–enough to keep one company but not to bother one’s companions.
Aedes de Venustas Grenadille d’Afrique Eau de Parfum includes notes of lavender, bergamot, juniper, violet, vetiver, labdanum, vanilla and musk. 100 ml/$245.
Sample: via Aedes de Venustas.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Daisy Dream Kiss de Marc Jacobs e Daisy Eau So Fresh Kiss de Marc Jacobs (2017)

Os dois últimos lançamentos da Marc Jacobs da linha Daisy são mais uma vez um desperdício de criatividade. Sinceramente até agora eu não entendi a proposta da linha inteira mas uma coisa eu tenho certeza, não é nada pra mulher. O limite de idade para essas fragrâncias é de no máximo 18 anos porém mulheres românticas ou infantilizadas pode seguir a onda pela vida toda. Digo infantilizadas no sentido bom da coisa. Existe mulheres que mantém o hábito de perfumes pueris até a maturidade. Enfim, não espere muito desses, mas se você tem uma filha ou uma irmã que aprecie perfumes suaves e delicados, cheios dessa toada teen romântica , não pense duas vezes, eles fazem o estilo.

1 Daisy Dream Kiss de Marc Jacobs 
Daisy Dream Kiss Marc Jacobs for women

O frasco é um encanto, cheguei a me encantar só em tocar. Já a fragrância , logo que borrifei já entendi que era algo bem jovem, bem "moça pura". Eu jurei que havia rosa, pois é a impressão que me veio logo de início, rosas com muitas frutas vermelhas e um almíscar delicioso. Com o desenvolver da fragrância pude diferenciar um floral romântico, na minha pele predominou mais jasmim que frésia, porém essa parte da fragrância é bem elegante, já mais mulher mesmo, só que é tão suave que , realmente, não dá pra avaliar a composição por essa fase. O melhor sem dúvida ficou por conta do musk adocicado nas notas de fundo, é encantador, só que dura um rastro , coisa de uma hora. A fragrância toda tem uma longevidade até boa, quatro horas em média mas a projeção é de uma braçada por no máximo uma hora, nada mais que isso. A sensação de conforto depois desse período valoriza a fragrância. O que me deixou mais confuso foi ter saído das mãos da fantástica Amandine Marie, que é conhecida por perfumes de personalidade ímpar como o Tresór la nuit.

2) Daisy Eau So Fresh Kiss de Marc Jacobs
Daisy Kiss Marc Jacobs for women

O frasco aqui já é mais meia boca mas meia boca. Seria o mais comercial da fase comercial de Olivier Cresp. Peônia e rosas a vontade, um toque frutado muito parecido com o Daisy Dream Kiss só que carregado no pêssego e nas notas de goiaba (sério , da pra sentir pêssego e goiaba, inédito na classificação dúbia dos usuários do fragrantica gringo)  e Notas de fundo realmente deliciosas. É uma fragrância que das notas de coração até as notas de fundo fica um pouco mais mulher mas, outra vez, a projeção é quase pouco notada nas notas mais amadeiradas e ambaradas, algo que causa pena. A longevidade é boa mas menor que a do Daisy DREAM Kiss. 
A pergunta que não quer calar é qual a utilidade de ter os dois? Realmente cheguei a conclusão que é a cara do Marc Jacobs mesmo, melhor estilo patricinha americana. Aqui no Brasil já não sei..."Vai que cola".

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Emporio Armani Lei de Giorgio Armani e CONTRADICTION FOR WOMAN (REFORMULADOS)






Emporio Armani Lei Giorgio Armani Feminino

Ele não é uma unanimidade, tanto que nunca foi o campeão de vendas da Emporio Armani mas, para os fás, a retirada de Armani She do mercado foi um golpe. Lembro-me muito bem como conheci esse perfume e quando me apaixonei por ele. Estava em uma festa badaladíssima de inauguração de um Pub chiquetérrimo da Cidade, que, por força do destino , era da minha cunhada " na época". Claro que, entre cervejas, Muitas bandas se apresentando, e ausência de uma lei efetiva "anti-tabagismo" naquela época, aquilo parecia cheio de efeitos especiais ( nota: foi só na inauguração pois logo foi criada uma área, ao ar livre, bem isolada, para que os fumantes pudessem se matar). Quando ela chegou  em nossa bancada, o perfume veio antes. Era delicioso! Conseguia até se sobrepor ao cheiro de cigarro de canela que tomava conta do espaço. Claro que no local muitos estavam utilizando os melhores e mais caros perfumes importados, porém, eu só consegui me encantar por Lui. Perguntei , na lata!, " que perfume maravilhoso é esse?". Não vou descrever a cara de "pouco caso" que ela fez mas pelo menos respondeu : " Armani She".  Freneticamente procurei essa fragrância por todos os locais que podia mas os preços, WTF , estavam fora da casinha. Quando o site da Sephora colocou-o em promoção, eu fiz um limpa, comprei She, he, Remix woman e Remix men. Não me arrependo de nenhum deles! Armani He continua sendo um "xodó" meu. Remix foi him e her foi, durante um bom tempo, um dos perfumes que eu mais usei. She era maravilhoso de sentir " nos outros", não casou com minha pele. Independente disso, sempre que sentia alguma mulher da minha casa usando essa fragrância , entrava em êxtase. Um perfume  oriental abaunilhado amadeirado, com um frutado adocicado sensual  sensacional ,  evoluindo em   um floral branco ( lembrando limpeza e requinte) e  terminando nuances almiscarados . Uma composição leve, de fixação e projeção moderada. 

NOTA HISTÓRICA:
A Empório Armani se viu  rodeada de problemas com o frasco padronizado da linha. Devido a simplicidade do mesmo e a facilidade de aquisição no mercado paralelo de frascos semelhantes ou já utilizados, os perfumes da linha eram facilmente falsificados. A variedade de falsificações foi tanta que obrigou a grife a fazer uma modificação discreta no dispositivo de segurança que fica na parte inferior dos frascos, o que dificultou um pouco esse comercio clandestino. Mesmo assim, assim deve-se tomar muito cuidado com as versões circulantes dos perfumes citados abaixo:
Emporio Armani White For Her 
Emporio Armani Red Pour Lui
Emporio Remix for Him
Emporio Remix for Her 
Emporio Armani Night 
Emporio Armani Lui
Emporio Armani Lei 
Emporio Armani City Glam

A  modificação ocorreu a partir dos frascos produzidos em 2008 com  lançamento  das versões reformuladas de She e He ( Lei e Lui). 

2) Contradiction de Calvin Klein (reformulado)
Imagem relacionada
Já comentamos sobre  Ann Gottlieb e sua história de sucesso que a levou a figurar entre as mulheres mais ricas e poderosas do mundo dos perfumes. Proprietária de uma empresa de consultoria a perfumista ainda emplacou diversos perfumes pela Marc Jacobs e Calvin Klein  ( sua ultima criação é Deep Euphoria de 2016). Contradiction é um perfume que pouco me agradou porém a fragrância é , realmente, muito elegante. Um perfume que marcou minha vida por estar ligado diretamente a minha amada Isabela Zalenski (Filha/Irmã). Três  fragrâncias deixaram o rastro histórico na minha memória olfativa, e as três não me agradam nem um pouco porém tem cheiro de nostalgia :
 Contradiction de Calvin Klein, Touch for Women de Burberry e Hypnose de Lancome. Lembram-me sempre das fases de menina a mulher da minha amada. A escolha de Dahlia Divin Parfum  ( para o seu casamento) e My Burberry ( como o melhor perfume que ela já usou) , também marcaram minha memória olfativa.
Uma explosão floral com uma saída aromática canforada balsâmica  e uma evolução  que se divide em floral vívido , com predomínio de flores que remetem ao lírio e Rosas,  e Amadeirado almiscarado com muito sândalo). Muito feminino e as vezes até romântico mas  nunca me agradou. Achava enjoativo e sua evolução acabava me incomodando porém, é um perfume que povoa minha memória olfativa. Ouvi alguns relatos de que ele era fraco e metálico pois bem, é melhor verificarem o seu Contradiction pois além de ter uma longevidade boa a projeção dele deixava rastros das seis as oito da manhã. Era inevitável acordar , todas as manhas com esse perfume tomando conta da casa e eu ainda convivia duas horas com ele até dar o meu horário de trabalho.



NOTA CURIOSA
Entre os perfumistas mais bem pagos do mundo estão :
Bertrand Duchaufour ( L`Artisan Parfumeur e Penhaligon`s) ,Jacques Polge (Chanel) ,Francis Kurkdjian( Maison Francis Kurkdjian, Burberry, Carven, Elie Saab , Narciso Rodriguez  e Jean Paul Gaultier), Calice Becker ( By Kilian ), Yann Vasnier ( Divine, Marc Jacobs, Tom Ford, Arquiste), Christopher Sheldrake (Serge Lutens), Christine Nagel (Guerlain, Jo Malone, Atkinsons), Dominique Ropion  (Frederic Malle,Orlov Paris, Lancome,Yves Saint Laurent, Viktor&Rolf,Thierry Mugler), Jacques Cavallier (BVlgari , Louis Vuitton),Jean-Claude Ellena (Hermès), Nathalie Lorson, Olivier Creed (Creed), Pierre Guillaume (Parfumerie Generale, Phaedon), 
Thierry Wasser (Guerlain),Roja Dove ( Roja Dove) e Sophia Grojsman

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Bertrand Duchaufour

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Christopher Sheldrake

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Christine Nagel

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Calice Becker

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Francis Kurkdjian

Ensoleille Moi

 fragrance review

Andre Gas Ensoleille Moi perfume
As long as we're on the subject of tropical beach-y scents, I thought I'd give Ensoleille Moi another try. Ensoleille Moi launched last year as the debut fragrance release from French jeweller André Gas, and like yesterday'sAzuree Soleil, it is composed around coconut and tiare (also known as Tahitian gardenia). It was created by perfumer Mathilde Laurent, and additional notes include ylang ylang, vanilla and white musk.
Ensoleille Moi is an altogether more tropical scent than Azuree Soleil: the coconut is deeper, the gardenia is more central to the composition, and there is less here to counteract the sweetness of the floral notes. It is brighter and not so warm as Azuree Soleil, and also considerably richer and creamier; if Azuree Soleil is meant to evoke the Mediterranean, here we have moved on to the Polynesian islands.
It is nicely done, and if what you are looking for is something tropical without all the sweet fruits that evoke a Pina Colada, Ensoleille Moi might be just the thing you need. For my part, it is too sweet and heavy, and in the early stages, too close to suntan oil for my comfort. Azuree Soleil, despite its lighter concentration, holds up just as well on my skin and maintains its floral character long after Ensoleille Moi has mostly faded to vanilla musk.
Have a favorite tropical floral? Do comment!
André Gas Ensoleille Moi is an Eau de Toilette, and is available in 50 and 100 ml. For buying information, see the listing for André Gas under Perfume Houses.
Note: image via the forum at Images de Parfums.

Modern Classics : Tea Colognes and Bulgari Eau Parfumee au The Vert

Eau Parfumée au Thé Vert is an unexpected modern classic. It wasn’t even meant to be displayed outside the Bulgari  boutiques, where its role was to be an elegant extra next to the house’s jewelry collection. Yet such was its allure and originality that it became one of the perfume trendsetters. And it made Bulgari into a perfume house of note. I tell the story of Eau Parfumée au Thé Vert in my newest FT column, Tempting Tea-Inspired Perfumes. But first I take you on my honeymoon to Kerala.

Munnar, a hill station in India’s southwestern state of Kerala, is one of the country’s largest tea producers. Ensconced in the Western Ghats mountain range, the town is surrounded by plantations that cascade down the hills and hide in misty ravines. I was in Munnar for my honeymoon, and my recollections of long, languorous walks around the tea gardens, the tolling church bells and the opulence of garlands at the Sri Subramanya Temple are laced with the scent of tea leaves. Crushed in my fingers, they smelled green and tannic; when carried by the morning breeze, the aroma resembled violets and driftwood. To continue, please click here.
The other fragrances in the Modern Classic series were Serge Lutens’s Féminité du Bois and Lolita Lempicka.
Researching the article made me realize how many excellent and distinctive perfumes feature the tea accord. Next week I will share a selection of favorites to complement my choices in the article above.
Image via FT

L’Artisan Parfumeur Histoire d’Orangers : Perfume Review

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This review of Histoire d’Orangers, a fragrance created by perfumer Marie Salamagne for L’Artisan Parfumeur, continues both the Women in Perfumery and The Scents of Tea series.
Annick Goutal’s Néroli was one of my favorite orange blossom perfumes. I loved its graceful, lighter than sea-foam character paired with its robust lasting power, and it made me content. Unfortunately, it turned out to be a limited edition and the Cologne version that replaced it was pretty but flimsy. Until I discovered L’Artisan’s Histoire d’Orangers this summer, I’ve been rationing my last few drops of Néroli.
On the face of it, I shouldn’t have had trouble finding a replacement for a simple orange blossom cologne. They’re a dime a dozen. You can have a bottle for a couple of euros (Roger & Gallet Bois d’Orange) or for a couple of hundred (Tom Ford Néroli Portofino). But as my perfumery teacher Sophia Grojsman says, nothing is more difficult than a simple thing. Many orange blossom colognes smelled either too pale (Jo Malone Orange Blossom), too dry (Hermès Eau d’Orange Verte), too flashy (the aforementioned Tom Ford), or just not right (Houbigant Oranger en Fleurs). The beauty of Annick Goutal’s Néroli was that it captured all the facets of the real thing, like the honeyed softness, indolic tang, and green sharpness, but made them refined and velvety. Every time I picked up the bottle and pressed the nozzle, I imagined a shower of white petals brushing my skin.
Histoire d’Orangers comes so close to conveying this feeling that I can bid goodbye to Néroli. Perfumer Marie Salamagne who worked on L’Artisan’s perfume is a perfect nose for the task. Her style is elegant, but without an overly dainty, fussy impression. She confesses to associating colors with scents, and as you try Histoire d’Orangers, notice how easy it is to become a synesthete.  At first, the blossoms of Histoire d’Orangers appear green and so translucent that you can almost see the fine veins. As the perfume warms up, the blossoms become yellow and sweeter. Wait a bit longer, enjoying the petal rainfall, and the pallor of the flowers will be tinged here and there by a deep orange. Even in the drydown where the orange flower is usually exhausted, Histoire continues to hum its luminous floral tune.
Histoire d’Orangers doesn’t turn too heavy or too indolic. The tea accord gives the orange blossom a fresh sensation, but it still feels velvety and soft. It’s a cologne with the lingering plushness of a parfum.
Sometimes in my perfume courses I’m asked why if the natural essences are so delightful, why can’t we just dilute, say, orange blossom absolute or neroli essence and wear them? Of course, we can, and I sometimes do. But the beauty of a true perfume is its very unnaturalness. It crosses into the realm of fantasy, allowing me to experience not only the beautiful scent but also its creator’s idea of it. I’m after a painting and not a digital snapshot. Histoire fulfills that craving. It’s an orange blossom painted by Matisse.
To be worn by men and women–beauty doesn’t discriminate.
L’Artisan Parfumeur Histoire d’Orangers includes notes of neroli, white tea, orange blossom, musk, tonka bean, and amber (ambroxan).
Although I’m happy with Histoire d’Orangers, it doesn’t mean that I don’t want to continue exploring other orange blossoms. So, please share your favorites.
Image via L’Artisan website

BVLGARI SPLENDIDA FRAGRANCE GUIDE


I always find that jewellery brands take a completely different approach to perfumery in comparison to their fashion contemporaries. The fashion approach to perfume is very much about embodying the spirit and aesthetic of a designer, turning it into something more accessible and wearable than the brand’s couture, whilst the jeweller approach is all about showcasing the sheer beauty of the materials. Jewellery houses want the materials to speak for themselves, using an endless quest for perfection to lead to euphoric results.
The house of Bvlgari embodies this approach more so than any other jeweller. They have turned the note of tea into a spectrum of sapphire shades, boasting reds, whites, greens and blacks a plenty, whilst also shaping their fragrances fastidiously, in the same way they would cut a gem stone. Bvlgari favours quality and craftsmanship over fads and gimmicks, always coming back to the most important thing there is to make their fragrances quietly stand out from the crowd: the materials.
Bvlgari has just presented their ‘Splendida Collection’, a collection that pays tribute to the ‘Bvlgari Divas’ – three classic fragrances that have been revitalised by perfumer Sophia Labbe and rehoused within this special series. ‘Splendida’ is Italian for splendour and magnificence, two things that are not in short supply within this collection. These three Eau de Parfums present classic Italian glamour crafted with the signature finesse that one expect from the house of Bvlgari. They are Jasmin Noir (a reinterpreted version of the original), Rose Rose (a new version of Rose Essentielle) and Iris d’Or (a new version of Bvlgari Pour femme). Three classics, three icons and three beautiful fragrances.


Splendida Jasmin NoirBvlgari Splendida Jasmin Noir Eau de Parfum

The Notes

Top: Gardenia and Green Sap
Heart: Jasmin Sambic Absolute and Satiny Almond
Base: Heart of Patchouli and Cashmeran Woods

How Does it Smell?

A floral, but not as we know it.
Splendida Jasmin Noir is an ode to white flowers dipped in jet black paint. It calls the bluff on any floral that dares to call itself ‘noir’ and whilst it is very dark indeed, it’s not without a touch of light too. Jasmine may be the eponymous material here but it’s not the star – that title is held by the gardenia, a pungent white flower that has an odour profile that includes blue cheese and mushrooms. In Splendida Jasmin Noir the gardenia brings a nutty, truffle tone that invites a feeling of richness. It clashes its heady, creamy white floral tones with the sharpness of patchouli to create something beyond glamorous – a perfectly cut black sapphire.


Splendida Rose RoseBvlgari Splendida Rose Rose Eau de Parfum

The Notes

Top: White Mulberry and Mandarin Essence
Heart: Damascena Rose Absolute and Damascena Rose Essence
Base: Sandalwood Essence and Musks

How Does it Smell?

So good they named it twice.
There are two types of scented rose used in perfumery; damascena and centifolia. The centifolia rose has more of a citrus character, presenting a lighter more bubbly take on rose, whilst the damascena rose is jammier and more fruity, boasting accents of lychee and blackcurrant. It’s the fruity damascena rose that takes the spotlight in Splendida Rose Rose and what a beautiful starlet it is. This is a sparkling and transparent rose in the lightest shade of blush pink. It’s fruity in a delicate way, peppering its portrait of pink roses on the bushes with inflections of mandarin and blackcurrant over a soft breeze of musk. Splendida Rose Rose is drinkable and bright with a texture that is satiny smooth.


Splendida Iris d’OrBvlgari Splendida Iris D'or Eau de Parfum

The Notes

Top: Violet Leaf Absolute and Heliotrope
Heart: Orris Absolute and Mimosa Absolute
Base: Tonka Bean Absolute, Heart of Vetiver and Sandalwood Essence

How Does it Smell?

All that glitters is iris and gold.
Iris (or orris) is the most expensive and luxurious ingredient in the perfumer’s palette. It’s a material that provides a rich, powdery texture and the scent of cool, grey earth. For Splendida Iris d’Or, Bvlgari has paired this magnificent material with two key notes that mirror and extend it; mimosa and violet. Iris naturally contains irones, which are also found within violets, linking these two materials together via sweetness. Mimosa accentuates the powder character but also adds soft hints of honey and pollen, warming the cool nature of iris and leading it away from aloofness in the shadows and into the sunshine. Altogether this makes for an incredibly luminous take on iris, that glitters like pure gold.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

DEZ PERFUMES FEITOS PARA HOMENS ELEGANTES - Parte II

Vamos falar sobre perfumes para os gentlemams. Homem educado e inteligente, que curte o melhor que a vida pode proporcionar. Gostam de bons vinhos, boas comidas, lugares sofisticados e boas companhias. Despertam a atenção das mulheres com um só olhar. São descontraídos, irreverentes e estilosos. Ocupam lugar de destaque em empresas ou são ótimos profissionais liberais. Para eles só o que há de melhor. Roupas, sapatos, acessórios e seu perfume, que tem que ser único e exclusivo, sua marca registrada. 



1) Dune by Christian Dior

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O homem Dior ganhou seus contornos de elegância e liberdade já nos anos 90 pelas mãos do dedicado Olivier Cresp.Um floral amadeirado fresco com notas verdes e um adocicado nostálgico e brilhante . É sem dúvida uma das fragrâncias mais elegantes  que temos no mercado até hoje.


2) Noir Extreme de Tom Ford 

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Para entender um pouco dessa fragrância temos que por em foco a nota de kulfi. No fragrantica choveram votos para essa nota. Particularmente eu não conhecia e nem sabia do que se tratava. O perfume sai adocicado especiado picante com uma dose boa de cardamomo e nós moscada. Evolui em uma mistura adocicada e oriental onde temos um fundo amadeirado ambarado contrastando com um delicado aroma floral que transmite equilíbrio. A palavra chave para ele é essa. Equilíbrio. É esse toque equilibrado que o faz Noir extreme um prfume para homens elegantes. e a propósito o tal kulfi é uma sobremesa gelada indiana. segue receita:
1 1/2 litro de leite
08 vagens de cardamomo
04 colheres de sopa de açucar de confeiteiro
20g de amndôas escaldadas e finamente picadas
20g de pistaches finamente picados

3) Egoiste Cologne Concentree de Chanel

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Égoiste cologne concentrée é uma das fragrâncias Chanel mais compartilhaveis e ao mesmo tempo com uma beleza espetacular. Ele tem uma longevidade e projeção bem acima dos outros égoiste. É uma fragrância de muito estilo já que a canela e especiarias são algo que dão um clima quente e as madeiras destacam-se após esse "bummmm" adocidado nada formal. O que vem depois é um amadeirado confortável e atraente, difícil de encontrar entre os perfumes de hoje em dia.


4) Acqua di Bergamotto de Ermenegildo Zegna

Acqua di Bergamotto Ermenegildo Zegna Masculino
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Um aromático floral cítrico com ótimo desempenho e aroma de liberdade. Totalmente elegante e decididamente ótimo.




5) Eau Sauvage Cologne de Christian Dior

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Um grande amigo meu me disse um dia que um homem elegante sabe apreciar boas colonias. Após um tempo digerindo esse fato passei a me apegar a fragrâncias que tem um misto de sofisticação, liberdade e carisma. Eau sauvage cologne é esse tipo de fragrância. Tem presença, carisma e rosto de homem chique. Não extravasa, está sempre ali, firme e adorável com seu cítrico, vetiver e um apimentado delicioso. 
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6)  Narciso Rodriguez for Him Eau de Parfum Intense 
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Os homens que são encantados pela presença e o magnetismo transmitido pelo original NR for him, vão senti-se premiados com esse perfume que tem todos os moldes do original e um almíscar sensacional. No início não parece haver muita diferença mas, com sua evolução, essa versão parfum fica inteiramente sedutora. Algo de extremo charme e sofisticação.
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7) Narciso Rodriguez for Him Bleu Noir
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Algo que me surpreendeu por que retomou a ousadia do homem que curte especiarias e aromas amadeirados mais terrosos. É definitivamente uma fragrância que faz lembrar outras que já foram febre como Terré de Hermès porém tem um toque sutil adocicado, uma graciosa carga de especiarias que variam entre o frio e o quente sem confundir o olfato. Vetiver e almíscar na medida certa e uma projeção monstra.Uma experiencia que raramente sairá da minha memória olfativa. 

8) Uomo Absolute by Ermenegildo Zegna
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Outra fragrancia que não é uma queridinha dos crítico mas transmite um equilibrio e de certa forma seria algo fácil de agradar homens e mulheres. Uma composição que tramita entre o vetiver bem delineado, notas cítricas levemente adocicadas e um almíscar acetinado. Não é de grande fixação e projeção mas, a seu jeito, ganha notoriedade e espaço onde quer que a pessoa chegue com ele. É elegante e de muito bom gosto.

9) L'Instant de Guerlain pour Homme EDT de Guerlain
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L'Instant de Guerlain Masculino Eau de Toilette é um Amadeirado Luminoso. Ele é refrescante, quente e sensual.

Essa fragrância paradóxica patina entre o fogo e o gelo, virilidade exibida e feminilidade discreta. O frescor luminoso de cristais cítricos e anis estrelado se contrasta com o calor do patchuli, sementes de hibisco e cacau para oferecer, através dessa fragrância amadeirada luminosa, um momento singular onde tudo será diferente depois.

Com L'Instant de Guerlain pour Homme, o Perfumista da Guerlain toma o primeiro passo em direção ao frescor em 2004, demonstrando um contraste olfatório quente e frio. As notas altas frescas são inspiradas por uma bebida oriental à base de anis, chamada arak. As notas de fundo incluem as notas gourmand da sobremesa por um confeiteiro famoso, trabalhado em torno do chocolate e patchuli.

10) Colonia Ambra de Acqua di Parma
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Acqua di Parma já é sinônimo de homens refinados. Colônia ambra foi minha ultima aventura pelo mundo especial dessa casa. Uma fragrância que mistura um floral energético com um amadeirado adocicado e terroso em uma base de almíscar e sândalo realmente bárbaro. A composição não é uma unanimidade entre os críticos de perfume já que muitos discordam que exista notas marinhas nela. Particularmente o que se nota é que em sua saída cítrica existe algo que remete a sol e mar mas isso não é ponto suficiente para caracteriza-lo como marinho. O momento floral é bem mais intenso e de certa forma o que melhor descreve a evolução desse ótimo perfume.