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quarta-feira, 9 de março de 2016

Serge Lutens La Religieuse - A Truly Gentle, Dove-Y Jasmine (2015)

 

La_religieuse.jpg
The Fiancée of Jesus is Waiting on a December Evening - La fiançée de Jésus attend un soir de décembre © 2015 CHANT WAGNER
Humer le flacon
As you discover the scent of the imagined olfactory form of the nun by Serge Lutens, La Religieuse, you cannot help but think in the initial moments that the whiteness of jasmine was not invoked to symbolize virginal purity but rather the story of an aging nun towards the end of her path in life in the service of God.
The perfume is pretty, but it partakes of that external beauty found in the flowers of a monachal garden whose scent wafts into the rooms of a convent where the skin on the cheeks of the fiancée of Jesus is parchment-like and sallow. Freshness has left her face but it can still be found in her bright and soft eyes and in the petals of jasmine reflecting the light outside that are like caresses to her gaze...
The jasmine in La Religieuse is both vigorously underlined as animalic with a hint of decay and of the ruin of the body - and as breezy and light as the air circulating in the spring between the pleasant flowers of an inner couryard garden and the mossy stones of an ancient convent. There is this breathy nuance which makes you think of bad breath thanks to the nuance of a natural perfumery note, that of Jasminum Grandiflorum, I think - and there is also that very pretty, lighthearted jasmine note, which is playful and shy, like a child. The composition revolves around a tension, smelling like the presence of a very old and wise sister gifted with the smiling soul of a child.

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The Advert for La Religieuse shows a stylized "cornette" as worn by the filles de la Charité de Saint-Vincent-de-Paul
In more technical terms, La Religieuse is a jasmine soliflore. If you compare it to Lutens's previous writings dipped in jasmine-scented amethyst ink, it is less dramatic and nocturnal than Sarrasins; it is less robustly solar and wholly sensual than A La Nuit - the latter an extrovert noon time perfume.
This is to my nose, a jasmine scent of the morn' but with enough storied complexity and soul to it - but also carnality - to let you guess that more is at work. The perfume of the night's enchantress has already waned. It's the trace of it we encounter here, a subtle reminder of its natural, forceful potency which now mixes with the delicacy of ether. There is perhaps expressed here a form of renunciation to the obvious sensuality of jasmine. The perfumer Christopher Sheldrake, who also works for Chanel, has worked on making the jasmine soft-spoken and desincarnated; it reminds me very much of the temperament of the gardenia perfume by Chanel for this transformation from a potentially venomous and fatal bloom into a sage, polished piece of ivory-work with a perfect sense of gentle balance. There seems also to be the murmur of a lemon-y magnolia.
A wisp of incense then directs our attention to the skies and the spiritual world, inviting us to meditate on what is left behind.

Read more at http://www.mimifroufrou.com/scentedsalamander/2016/03/serge_lutens_la_religieuse_review.html#m4ZRSehR3g2Ubj6W.99

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

L'Eau de Paille: Uma Nova Fragrância de Serge Lutens

por: Elena Vosnaki

A quarta fragrância na linha de aspeto minimalista "eau" de Serge Lutens chega ao Les Salons du Palais Royal este mês, com o nome L'Eau de Paille. 
Apesar de "paille" significar "palha" em Francês, a implicação neste caso é da matéria feno, valorizada pelos perfumistas por sua confortavel riqueza, em vez da palha que usamos quando bebemos refrigerante ou café gelado. Mas também faz lembrar "o homem de palha" sobre o qual terão de ler...
"Água de feno" então, "para aqueles que não gostam de se molhar", como promete o mestre em suas enigmáticas citações lançadas sempre que uma nova fragrância entra no mercado. 
O absoluto de feno é um material maravilhoso, seco como a grama torrada ao sol, tão bom como tabaco de cachimbo, imortalizado de forma espetacular no popular e merecidamente adorado Chergui, outra fragrância de Lutens de 2001. Levando em consideração que a série Eau, introduzida em 2010, tem uma abordagem menos barroca, mais minimalista e límpida, podemos estar seguros de uma interpretação leve. As notas de vetiver, uma grama exótica que empresta um toque decididamente terroso e de raizes estão no eixo que inclui na base cereais torrados. E há também a bela nota de incenso, que foi incluida não só na marca Lutens em geral (quem poderá esquecer Encens & Lavande?) como também nas próprias Eaux, em L'Eau Froide. 
L'Eau de Paille é inspirada num quente dia de colheita de trigo nos campos no verão, durante o verão de 1954. O narrador capta o sorriso de um belo jovem no campo, mas denota a indiferença, ignorando seus avanços. 
"Além dos galhos presos no cabelo deste homem de palha, retive a cor: ele era louro. Na essência, isso implica uma água seca para aqueles que não gostam de se molhar."
A classificação da fragrância pode ser um amadeirado aromático com -ironia das ironias- um toque aquático. 
Tendo em consideração a marca Lutens no geral, esta é uma altura crucial para ver como os temas fazem a transição. Serge continua a dar motes crípticos, mas a marca foi recentemente vendida à Shiseido, a gigantesca companhia japonesa que o ajudou a lançar sua linha de perfumes, e que tem co-gerido a marca como segunda linha durante bastante tempo na história da marca (Lutens comprou os direitos de gerir sua marca homônima por uns tempos). 
A fragrância L'Eau de Paille é vendida nos frascos altos e arquitetônicos da série Eaux, apresentada como fragrância unisex, como sempre. 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Serge Lutens L'Eau De Paille (2016)


Lutens_eau_de_paille.jpg
Serge Lutens will launch a new unisex perfume called L'Eau de Paille in the L'Eau series which debuted in 2010...
Literally meaning "Hay Water", the composition is said to offer a cereal-y twist. As the original L'Eau revealed, incense is part of the aquatic equation too for Lutens.
The main accord rests on cereals, vetiver and incense.
L'Eau de Paille is described as "dry water for those who do not want to get into water" ("Une eau sèche pour celles et ceux qui ne veulent pas se mouiller").
The idea seems to echo the historical notion of a "toilette sèche" from an ancient time when water was looked upon with suspiscion. Lutens mostly uses this kind of statement with a good dose of irony usually.
The other Eaux are L'Eau Froide (2012) and Laine de Verre (2014).
Via Madame Figaro

domingo, 27 de dezembro de 2015

Serge Lutens: A história, a casa e as melhores fragrâncias


Serge Lutens nasceu durante a guerra, em 14 de março de 1942, em Lille, no norte da França.
Separado de sua mãe quando ele tinha apenas algumas semanas de idade, sua personalidade foi indelevelmente marcada por este abandono. Permanentemente dividido entre duas famílias, ele viveu a vida à distância e através de sua imaginação. Ele era um sonhador. Na École Montesquieu, diziam que estava “na lua”: ele não prestava atenção, apesar de seus professores reconheceram que ele era um contador de histórias talentoso.
Em 1956, com a idade de 14 anos, ele foi a um trabalho contra a sua vontade – ele teria preferido ser um ator – em vez de trabalhar em um salão de beleza em sua cidade natal.
Dois anos mais tarde, ele já tinha estabelecido as características femininas que ele faria sua própria sombra, etérea e bela pele, cabelo curto para baixo. Ele também se tornou conhecido pela cor preta, da qual ele nunca se desviou. Ele confirmou seus gostos e suas escolhas com suas amigas a quem fotografou.
Ele tinha 18 anos quando  foi chamado para servir no exército durante a guerra da Argélia. Ele foi remodelado. Esta foi uma importante ruptura que o levou a tomar sua decisão: deixar Lille e ir para Paris. Estão foi em 1962.
Ajudado por um amigo, Madeleine Levy, e tendo grandes estampas de fotografias de seus amigos, Serge Lutens, experimentando os seus primeiros anos em Paris em um momento de insegurança, contatou a revista Vogue. Para ele, essa revista representava a essência da beleza, uma espécie de convento que ele idolatrava. Três dias depois, ele colaborou na edição de Natal.
O criador de uma visão através de maquiagem, jóias e objectos extraordinários, Serge Lutens rapidamente tornou-se a pessoa a ser chamada, e as revistas de moda não se enganaram: Elle, Jardin des Modes, Harpers Bazaar ficavam constantemente atrás dele: ele trabalhou com os maiores fotógrafos de todos os tempos, o tempo todo buscando o seu próprio trabalho fotográfico. Durante estes anos, o seu talento foi plenamente reconhecido.
Em 1967, Christian Dior, que estava se preparando para lançar sua linha de maquiagem, e o chamou para a Casa de Dior, ele criaria as cores, estilos e imagens. Finalmente, a sua visão foi unificada através da fotografia.
No início dos anos de 1970, o editor-chefe da Vogue EUA, famosa Diana Vreeland, foi incansável no seu entusiasmo: “Serge Lutens, Revolução de Make-up” Seu sucesso foi retumbante. Serge Lutens tornou-se o símbolo da liberdade criada através de maquiagem, para toda uma nova geração.
Em 1974, espelhando o seu gosto por filmes e das atrizes lendárias, ele fez uma curta: “Les Stars”.
Durante este período, ele viajou muito, explorando Marrocos e posteriormente Japão. Estes dois países, com suas culturas ricas e ao mesmo tempo tão diferentes, reuniram-se nele e confirmou a sua maneira de ver e sentir.
Ele lembrou-lhes alguns anos mais tarde, em 1980, quando ele assinou com Shiseido para uma colaboração que ia permitir ao grupo de cosméticos japones, até então desconhecido no cenário internacional, a estabelecer uma poderosa identidade, visual que se tornou um dos dos principais intervenientes no mercado na década de 1980 e ’90 ‘s.
Em 1982, para a mesma marca, ele concebeu Nombre Noir, seu primeiro perfume, vestido de preto brilhante em preto fosco, um conceito que antecipa os códigos onipresentes da década de 1990. Embora seu primeiro perfume marcado a década de 1980, foi através de sua criação de Feminité du bois e Les Salons du Palais Royal, em 1992, com a sua decoração de sonho, que Serge Lutens levou a sua primeira verdadeira revolução olfativa na área da perfumaria.
Fragrâncias como Ambre sultão, tubéreuse criminelle, Cuir mauresque … desde então se tornaram indispensáveis​​, escrevendo uma nova página na História das fragrâncias.
A culminação lógica disso veio em 2000, quando Serge Lutens criou a marca que hoje leva o seu nome e estabelece seu estilo descomprometido. Perfumes e maquiagem (“Nécessaire de beauté”), suas expressões nesta área, são comercializados através de distribuição especializada e seletiva e mais confidencialmente no Palais Royal-Serge Lutens.
Suas inovações neste campo têm recebido muitos prêmios, incluindo vários prêmios FIFI da Fragrance Foundation.
Em 2004, a convite do “Lille, Capital Europeia da Cultura”, ele projetou um labirinto olfativo em torno dos aromas de sua infância: esta instalação foi recebida com grande sucesso entre gerações.
Em 2007, Serge Lutens foi premiado com a distinção de Comendador da Ordem das Artes e das Letras.
A partir de 2010, Serge Lutens estabeleceu uma conexão entre perfumes e literatura e abriu um novo caminho com o que ele chama de um anti-perfume: “L’Eau Serge Lutens.”
A CASA DE PERFUMES SERGE LUTENS
Uma peregrinação à loja Serge Lutens no Palais-Royal em Paris é considerada por muitos como sendo um momento decisivo na experiência olfativa de alguém. Eu tenho um grande respeito e interesse nas criações de Serge Lutens, mas não sabia o quão apropriada a palavra "peregrinação" seria para descrever esta visita. 
 
A casa dos aromas Serge Lutens está instalada no fundo das Galleries of the Palais-Royal, a seguir à Comédie Française, e depois de numerosas arcadas e corredores que fazem eco. Demora um certo tempo até chegar ao número 142 Galerie de Valois. Eu tive a sorte de ser acompanhado por uma amiga que sabia muito sobre a história parisiense. "O Palais-Royal é onde os mercadores da corte do rei residiam e negociavam," explicou ela. Ela continuou, explicando que a imensa Galerie ainda alberga requintados apartamentos, escritórios de burocratas e belas boutiques. Mas há algo quase sinistro nesta estrutura massiva ao estilo fortaleza. Alguns dos apartamentos recebem muito pouca luz devido à sua localização e design protector. à medida que eu ia penetrando mais fundo no labirinto, ia-me sentindo quase claustrofóbico com a expetativa à medida que a luz do sol lentamente desaparecia no céu.
 
 
O Salons du Palais-Royal Shiseido aparece à nossa frente tão discretamente que quase lhe passamos ao lado. As montras escuras, rebordos pretos e as luzes do interior azuis e roxas insinuam-se misterioramente. Num mundo que normalmente exibe os seus bens na mais clara das luzes, o filho arquitectónico de Serge Lutens é uma gloriosa catacumba de proporções quase históricas. Ao entrar no vestíbulo, apercebemo-nos de que estamos entrando num templo.
 
A boutique Lutens é inquestionavelmente uma extensão da aura que Serge Lutens criou nos seus perfumes. Eles estão alojados em mesas de mármore, dentro dos seus frascos, com tiras de papel cuidadosamente colocadas pelo staff, previamente molhadas e à espera de serem cheiradas. É quase esmagador enfrentar toda a coleção Serge Lutens num só espaço. Para muitos de nós nos EUA, as fragrâncias Lutens não as mais fáceis de encontrar, e acarinhamos estes momentos em que podemos experimentá-las livremente.
 
 
A boutique é um objecto de obscura beleza. Linhas riscadas de preto e cinza atravessam o chão e as paredes. Uma grande escadaria circular pintada à mão domina a sala—mais como um conjunto de vértebras inspiradas em Gaudí do que simplesmente uma escadaria. As vitrines são raras, escuras e desenhadas para manter toda a atenção nos perfumes. Existem luzes pequenas e suaves encastradas no tecto, apliques azuis e roxos que brilham com uma seriedade religiosa a partir dos cantos e por detrás do mármore. Lá fora, as vitrines escuras estão arranjadas com as decorações mais elegantemente surreais de olhos de manequim presos dentro de esferad de jornais internacionais. E mesmo assim, à medida que os nossos olhos se ajustam a esta luz ténue e a todas as superfícies de vidro, começamos a cheirar os e encontramo-nos completamente imersos no mar profundo dos perfumes do Senhor Lutens.
 
 
Borneo 1834, Gris Clair, Nuit de Cellophane, Boxeuses, Chergui—as variações são infinitas. Dei comigo sendo transportado para diferentes mundos e para todas as direcções possíveis à medida que passava de um perfume a outro. As pessoas passavam atrás de mim em silêncio, e reparei que todos nós nos movíamos como se estivéssemos numa catedral. O silêncio era dominante. É uma das formas mais invulgares de cheirar perfumes que eu alguma vez encontrei, e no entanto era como um processo de limpeza, quase como num retiro de meditação.
 
 
Ficamos convencidos do enorme interesse de Serge Lutens pelas artes, cinema, fotografia e arquitectura neste espaço. Existem tantas dimensões para a sua inspiração; todas elas evidentes nos Salons do Palais-Royal. O perfume é o foco, mas cada detalhe, desde as montras inspiradas no teatro absurdo aos livros de fotografia, fala de arte. O que realmente surpreende, no entanto, é a falta de pretensão. Sentimos que estamos a experienciar a vazão artística pessoal de uma grande mente criativa, não um egocêntrico. 
 
 
Em poucos minutos soube que teria de comprar algo nesta incrível loja antes de me ir embora, mas escolher apenas uma coisa iria ser extremamente difícil. Eu tinha alguns favoritos já conhecidos (Jeux de Peau, Chypre Rouge), alguns dos quais só então tinha aprendido a amar (Gris Clair), e alguns que pareciam ter o meu nome gravado. Foi desta última categoria que escolhi a minha aquisição: Arabie. É uma coleção dourada de frutos e especiarias que encaixam na minha pele como um manto. E é claro, manto é a palavra correta para tal experiência espiritual de perfume. Quando saí do Palais, o céu tinha escurecido, combinando com o mármore dos balcões lá dentro, por isso senti que estava caminhando numa vasta continuação interminável de elixires.

Cuadro Fragancias Serge Lutens

Cuadro Fragancias Serge Lutens
Cuadro Fragancias Serge Lutens
Cuadro Fragancias Serge Lutens

TOP 15 MELHORES PERFUMES SERGE LUTENS

EM ORDEM DECRESCENTE

La Religieuse de Serge Lutens (2015) 

La Religieuse Serge Lutens Compartilhado

O perfumista que assina esta fragrância é Christopher Sheldrake A fragrância contém Jasmim, Civeta, Almíscar e Incenso.
Chergui de Serge Lutens
Chergui Serge Lutens Compartilhado
O perfumista que assina esta fragrância éChristopher Sheldrake A fragrância contém Folha de Tabaco, Mel, Íris, Sândalo, Âmbar, Almíscar, Incenso, Rosa e Fêno.
Jeux de Peau de Serge Lutens 
Jeux de Peau Serge Lutens Compartilhado
As notas de topo são Leite e Trigo as notas de coração são Côco, Alcaçuz e Immortelle as notas de fundo são Osmanthus, Damasco, Especiarias, Sândalo, Notas amadeiradas e Âmbar
Un Bois Vanille de Serge Lutens 
Un Bois Vanille Serge Lutens Feminino
O perfumista que assina esta fragrância éChristopher Sheldrake A fragrância contém Sândalo, Alcaçuz negro, Leite de Côco, Cera de Abelha, Amêndoa amarga, Almíscar, Baunilha, Benjoin, Madeira Guaiac e Fava Tonka.
Borneo 1834 de Serge Lutens
Borneo 1834 Serge Lutens Compartilhado
O perfumista que assina esta fragrância é Christopher Sheldrake A fragrância contém Patchouli ou Oriza, Flores brancas, Cardamomo, Gálbano, Ládano francês e Cacau.
Ambre Sultan de Serge Lutens 
Ambre Sultan Serge Lutens Feminino
O perfumista que assina esta fragrância é Christopher Sheldrake A fragrância contém Coentro, Sândalo, Folha de Louro, Patchouli ou Oriza, Angélica, Resinas, Mirra, Âmbar, Orégão, Mirtilo, Benjoin e Baunilha.
Fleurs d'Oranger de Serge Lutens
Fleurs d'Oranger Serge Lutens Feminino
O perfumista que assina esta fragrância éChristopher Sheldrake A fragrância contém Jasmim, Flor de Laranjeira, Rosa branca, Tuberosa indiana, Cítricos, Hibisco, Noz-moscada e Alcarávia
Iris Silver Mist de Serge Lutens
Iris Silver Mist Serge Lutens Compartilhado
O perfumista que assina esta fragrância é Maurice Roucel A fragrância contém Vetiver, Almíscar, Íris, Sândalo, Cedro da Virgínia, Gálbano, Trevo, Incenso e Benjoin.
Louve de Serge Lutens
Louve Serge Lutens Feminino
O perfumista que assina esta fragrância é Serge Lutens As notas de topo são Amêndoa e Notas frutadas as notas de coração são Almíscar, Jasmim e Rosa as notas de fundo são Âmbar, Baunilha e Resina
Arabie de Serge Lutens 
Arabie Serge Lutens Compartilhado
O perfumista que assina esta fragrância é Christopher Sheldrake A fragrância contém Noz-moscada, Alcarávia, Benjoin Siam, Sândalo, Folha de Louro, Tangerina, Trevos, Cedro, Frutas secas, Figo, Tâmaras, Resina, Fava Tonka e Mirra.
Rahat Loukoum de Serge Lutens 
Rahat Loukoum Serge Lutens Feminino
O perfumista que assina esta fragrância éChristopher Sheldrake A fragrância contém Almíscar, Fava Tonka, Baunilha, Espinheiro branco, Heliotrópio, Rosa, Amêndoa, Aldeídos, Cereja, Mel branco e Resina.
La Fille de Berlin de Serge Lutens 
La Fille de Berlin Serge Lutens Compartilhado
La Fille de Berlin foi lançado em 2013. A fragrância contém Rosa e Pimenta.
Feminite du Bois de Serge Lutens 
Feminite du Bois Serge Lutens Feminino
O perfumista que assina esta fragrância éChristopher Sheldrake As notas de topo são Cedro da Virgínia, Canela, Ameixa e Pêssego as notas de coração são Trevo, Ylang Ylang, Violeta, Flor de Laranjeira africana, Gengibre e Rosa as notas de fundo são Baunilha, Almíscar, Sândalo e Benjoin

Vetiver Oriental de Serge Lutens
Vetiver Oriental Serge Lutens Compartilhado
O perfumista que assina esta fragrância é Christopher Sheldrake A fragrância contém Chocolate amargo, Âmbar, Sândalo, Almíscar, Musgo de Carvalho, Madeira Guaiac, Vetiver, Íris e Ládano.
Five O`Clock Au Gingembre de Serge Lutens

Five O`Clock Au Gingembre Serge Lutens Compartilhado
O perfumista que assina esta fragrância é Christopher Sheldrake As notas de topo são Chá e Bergamota as notas de coração são Gengibre, Canela e Notas amadeiradas as notas de fundo são Cacau, Mel, Âmbar, Patchouli ou Oriza e Pimenta

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

L'Harlequin for L'Incendiaire: Numbered Engraved Editions by Serge Lutensser

by: Elena Vosnaki

Serge Lutens has been prolifically producing limited edition engraved bottles of his epoch-making fragrances this year. Apart from the quartet of bell-jars with the Romanov double-eagle on the front for La Vierge de Fer, which we presented here on Fragrantica with photos, and the rather ironic hammer & sickle bottle of L'Eau Froide, now another trio of uniquely engraved and numbered editions is making its appearance at the Lutens boutique in Paris. 
The super posh editions concern L'incendiaire, a unique and fiery fragrance by the maestro that belongs to the already ultra-luxurious Collection d'Or, identifiable by the gold leaf front of the bottles and the Arab inspiration behind most of the names. The scent inside remains the same, only the bottles take on a new lease on life.
Oddly enough, the chosen design for these rare limited editions depicts the classic Harlequin/Arlequin of the commedia dell'arte of the 1670s, rendered in a cubist style. The editions come in three colors: gold, silver and graphite. 
For information: sprs@shiseido.fr
Le Palais Royal - Serge Lutens
142 Galerie de Valois, 75001 Paris
Tel : +33 (0)1 49 27 09 09
 
Monday through Saturday, from 10 AM to 7 PM
 

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Edições Limitadas Gravadas de Serge Lutens

por: Elena Vosnaki

Todos os anos, um dos perfumes nos belos frascos em forma de sino de Serge Lutens chega ao mercado em edições limitadas numeradas. Normalmente, um único design é escolhido para um dos perfumes escolhidos aparentemente de forma aleatória. Estas edições limitadas são dirigidas a colecionadores que possam cobrir os esperados preços elevados.
Nesta época natalícia, Serge Lutens oferece sua fragrância La Vierge en Fer em quatro novas variações de um design, para celebrar a abertura da boutique Serge Lutens em Moscou.
Apropriadamente, o tema é a águia com duas cabeças. O brasão dos Romanovs é originalmente tirado dos temas históricos Bizantinos e chegou a representar a vastidãp dos territórios czaristas.
FRASCOS GRAVADOS “ÁGUIA DE DUAS CABEÇAS” (LA VIERGE DE FER)
“O brasão dos Romanov, a águia de duas cabeças, sabe que duas cabeças são melhores do que uma quando se trata de promover a abertura da nova boutique Serge Lutens em Moscou”.
- Serge Lutens

As edições limitadas gravadas estão disponíveis nas boutiques Lutens.
Para mais informações: sprs@shiseido.fr
Le Palais Royal - Serge Lutens
142 Galerie de Valois, 75001 Paris
Tel : +33 (0)1 49 27 09 09
De Segunda a Sábado, das 10 às 19h.

Limited Engraved Editions by Serge Lutens

by: Elena Vosnaki

Every year, one of the perfumes in the beautiful bell shaped bottles from Serge Lutens arrive at the market in numbered limited editions. Usually, a single design for each of the scents is picked seemingly at random and  these limited editions are aimed at serious collectors, fetching the expected high prices.
This Christmas season, Serge Lutens offers his fragrance La Vierge en Fer in four new variations of a design, to celebrate the opening of the Moscow based Serge Lutens boutique.
Fittingly, the theme is the double-headed eagle. The coat of arms of the Romanovs is originally taken from Byzantine historical themes and came to represent both the width and the scope of the Czarist territories.
“DOUBLE-HEADED EAGLE” ENGRAVED BOTTLES (LA VIERGE DE FER)
“The Romanov coat of arms, this double-headed eagle knows that two heads are better than one when it comes to promoting the opening of the new Serge Lutens boutique in Moscow”.
- Serge Lutens

The engraved limited editions are available for purchase from Lutens boutiques.
For information: sprs@shiseido.fr
Le Palais Royal - Serge Lutens
142 Galerie de Valois, 75001 Paris
Tel : +33 (0)1 49 27 09 09
Monday through Saturday, from 10 AM to 7 PM.